Você sabia que o Congresso Nacional do Brasil é o 2º mais caro do mundo e perde apenas para os Estados Unidos? Entre as despesas que contribuem para isso, está o pagamento de assessores dos senadores. Um levantamento realizado com base na folha de pagamentos entre setembro e outubro de 2019 mostra que o custo foi de R$ 400 milhões por ano ou de R$ 32 milhões por mês para manter cerca de 3.017 funcionários públicos ― efetivos e comissionados.
Os cargos são variados e englobam chefes de gabinetes, assessores parlamentares e legislativos, assistentes técnicos, ajudantes parlamentares e motoristas. Os funcionários são alocados nos gabinetes em Brasília e nos escritórios dos estados de cada senador.
Segundo o portal Poder 360, o senador Izalci Lucas (PSDB - DF) tem a equipe maior e mais cara, com 86 assessores, que custam R$ 736.959,74, cerca de R$ 9 milhões ao ano!
O senador Renan Calheiros (MDB - AL) aparece em segundo lugar, com 51 assessores na equipe e gasto mensal de R$ 693.560,90.
Já o senador Reguffe (Podemos) aparece na lista como o senador com o menor número de assessores na equipe: 8. O custo mensal aproximado é de R$ 77.347,64.
Esses gastos contribuem para o Congresso brasileiro ser o 2º mais caro do mundo. De acordo com um levantamento da União Interparlamentar de 2018, o custo para manter os 513 deputados brasileiros e 81 senadores é de U$$ 7,4 milhões por ano aos contribuintes.
Gastos acima do teto
Outro dado que chama a atenção é que as equipes dos senadores Eduardo Gomes (MDB - TO), Fernando Collor (Pros - AL), Fernando Bezerra Coelho (MDB - PE), Eduardo Braga (MDB - AM) e Eduardo Girão (Podemos - CE) têm em sua equipe servidores que recebem acima do teto do funcionalismo público (R$ 39.293,00). O valor é definido a partir dos salários de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
É hora de mudar!
O senador Álvaro Dias apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para reduzir em ⅓ o número de parlamentares. Com isso, cada estado e o Distrito Federal elegeriam 2 senadores ao invés de 3. Na Câmara, o número de deputados passaria de 513 para 342. E o de senadores cairia de 81 para 54.
Nós, do Movimento Convergência Brasil, apoiamos medidas para reduzir o custo do funcionamento público. Se você também apoia essa ideia, junte-se a nós: https://www.convergenciabrasil.com.br/assine

