A inadimplência só cresce no país: 3 em cada 10 consumidores estão endividados
Nos últimos anos, manter as contas em dia tem sido um grande desafio. Em grande parte é por conta dos salários que nem sempre acompanham a inflação, e com isso, o número de inadimplentes no país só cresce.
Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a proporção de famílias endividadas no país permaneceu em 77,4% em setembro, mesmo resultado de agosto. No entanto, a fatia de inadimplentes cresceu a 30,2%, alta de 0,2 ponto porcentual em relação ao mês anterior. O volume de consumidores com dívidas atrasadas (30,2%) chegou à maior proporção desde novembro de 2022, com três em cada dez pessoas endividadas apontando algum compromisso atrasado. O número de pessoas que afirmaram não ter condições de pagar dívidas de meses anteriores é o maior da série histórica, 13% do total de consumidores brasileiros.
Veja os números por renda familiar!
- renda com até três salários mínimos, a proporção de endividados subiu de 79,1% em agosto para 79,4% em setembro.
- renda de três a cinco salários mínimos, a proporção de endividados caiu de 78,4% para 77,9%.
- no grupo de cinco a dez salários mínimos, houve diminuição de 75,4% para 74,3%.
- no grupo com renda acima de 10 salários mínimos mensais, o número ficou estável em 74,9%.
O que mais chama a atenção é que esses números são um grande indicativo da enorme desigualdade econômica e social que existe no Brasil, um problema que precisa ser resolvido com urgência. Uma família endividada é uma família com menos qualidade de vida.
É hora de lutar por um Brasil País que gere oportunidades parecidas para todos, que promova dignidade aos seus cidadãos! Assine o nosso manifesto.
O que mais chama a atenção é que esses números são um grande indicativo da enorme desigualdade econômica e social que existe no Brasil, um problema que precisa ser resolvido com urgência. Uma família endividada é uma família com menos qualidade de vida.
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